MÉTODO
O método não foi inventado. Foi traduzido.
Não inventei um método de consultoria empresarial novo. Trouxe pra dentro da empresa o mesmo rigor analítico que a engenharia industrial usa há décadas pra resolver problemas complexos — adaptado pra empresas que cresceram no improviso e precisam reorganizar a base
A TESE
Sua empresa não tem 15 problemas. Tem 3 estruturais que disparam outros 12.
A maioria dos empresários que me procura tenta resolver os incêndios diários. Cada incêndio parece urgente. Cada um parece independente. Não é. Quase sempre, eles compartilham uma mesma raiz estrutural escondida — e enquanto a raiz não for tratada, novos incêndios continuam aparecendo.
Esse é o tipo de situação que a engenharia chama de problema complexo: muitas variáveis interagindo, causa raiz não-óbvia, sintomas distantes da origem. É exatamente o tipo de problema que aprendi a resolver em 18 anos liderando estruturação de áreas técnicas e de negócio na Bosch — e que destrinchei no livro Domine Problemas Complexos.
A boa notícia: o método pra resolver isso já existe há décadas. A novidade é aplicar ele com disciplina dentro de empresas que ainda decidem por intuição. Isso é o que entendo por método de consultoria empresarial sério — não receita de bolo, não consultor de PowerPoint.
O PROCESSO
Como a gente trabalha juntos.
Um engajamento típico passa por cinco etapas. A duração de cada uma depende do tamanho da empresa e da profundidade do problema — mas a sequência não muda.
01
IMERSÃO
Antes de propor qualquer coisa, eu escuto.
- Reunião aprofundada com os sócios — o que vocês veem, o que tira o sono, o que já tentaram.
- Entrevistas individuais com pessoas-chave da equipe — em geral, descobrem-se coisas aqui que os sócios não sabem.
- Análise documental — financeiro, processos, indicadores, organograma, contratos, o que existir.
Saída: um retrato real (não institucional) de como a empresa funciona hoje.
02
DIAGNÓSTICO
Não é opinião. É análise.
Com a imersão feita, eu cruzo o que ouvi com o que vi nos documentos e nos números. O resultado é um mapa estruturado dos quatro pilares — Operação, Financeiro, Estratégia e Pessoas — separando claramente o que está sustentado por estrutura do que está sustentado pelo esforço pessoal seu.
Aqui também a gente define, juntos, os indicadores de sucesso do projeto. Sem isso, qualquer trabalho de consultoria vira opinião contra opinião lá na frente.
Saída: diagnóstico escrito + indicadores acordados.
03
DESENHO
Plano de ação com meta. Não é PowerPoint bonito.
Plano de ação priorizado: o que mexer primeiro, em que sequência, com qual entregável esperado e em qual prazo.
A regra é uma só: toda ação tem que mover um indicador. Se não move, sai do plano.
Saída: plano de ação executável + cronograma + responsáveis.
04
EXECUÇÃO
Eu acompanho. Não entrego e sumo.
É aqui que a maioria das consultorias falha — entrega o plano e desaparece. Não funciona desse jeito comigo:
- Acompanho a equipe colocando o plano em prática.
- Treino quem precisa adquirir competência nova pra rodar o que foi desenhado.
- Reuniões de acompanhamento com os sócios em cadência fixa, com indicadores na mesa.
Saída: plano em execução real, equipe capacitada, indicadores movimentando.
05
TRANSFERÊNCIA
Sucesso é a empresa caminhar sem mim.
O objetivo final não é eu ficar indispensável. É a estrutura ficar de pé sem que eu esteja na sala.
Na finalização, transferimos formalmente o controle do que foi construído pra liderança interna. Você fica com o método, com os indicadores rodando, e com a equipe treinada pra sustentar o que foi feito.
Saída: empresa operando com a nova estrutura — e você, finalmente, fora do papel de bombeiro.
DIFERENCIAIS
Três escolhas que mudam o resultado.
1. Método de consultoria empresarial com cabeça de engenheiro
A maioria dos consultores tem formação em administração ou finanças. Eu tenho formação em engenharia, MBA, mestrado, e 18 anos resolvendo problemas industriais reais.
Isso muda como eu olho a empresa: como sistema, com variáveis mensuráveis, causa-efeito rastreável e iteração baseada em dados. Não é “feeling de mercado” — é método.
2. Hands-on, não consultor de PowerPoint
Eu não entrego um plano de 80 slides e mando boa sorte. Eu acompanho a execução, treino a equipe, sento na reunião difícil junto, e ajusto o plano conforme a realidade vai mostrando coisas que o diagnóstico não pegou.
Consultoria que não chega no chão é literatura.
3. Recuso projeto que não posso entregar
Se durante o diagnóstico inicial eu identificar que o que sua empresa precisa não é o que eu faço melhor, eu te indico alguém que faz. Sem rodeio, sem proposta empurrada.
Reputação vale mais do que faturamento de curto prazo.
FIT
Esse método é pra você se...
É para você
- Você é sócio ou fundador, com autonomia pra mudar o que precisar.
- Sua empresa cresceu nos últimos anos e os problemas se multiplicaram com o crescimento.
- Você quer estrutura — não atalho, não milagre.
- Você consegue lidar com diagnóstico honesto, mesmo que doa.
Não é pra você
- Você quer "consultoria pra mostrar pro investidor".
- Você não tem mandato real pra mexer na operação.
- Você está procurando alguém que valide o que já decidiu.
- Você quer resultado em 30 dias sem mexer em nada estrutural.
Se a coluna B descreve melhor seu momento — sem problema. Mas a gente não vai trabalhar bem juntos. É melhor que cada um saiba disso antes de assinar contrato.
PRÓXIMO PASSO
Antes de qualquer projeto, uma conversa.
60 minutos, online, gratuito. Você me mostra onde a empresa está. Eu te mostro, no mesmo papo, em quais dos quatro pilares começar a mexer primeiro — e se faz sentido a gente trabalhar junto.
Sem proposta empurrada. Sem pressão de fechamento.
